— Eu nunca faria isso se não fosse por Giratina. Ele tem domínio sobre mim, eu vendi minha alma a ele depois de escapar da Team Rocket. E agora que Chaos o matou, eu finalmente estou livre e então irei dizer o que sempre quis. — Falo, com lágrimas nos olhos. — Katherine Paladin Kimura, você aceita casar comigo?
— Silver...
— amour est beau o amor é lindo... — Brinca Laxus, voltando a sua forma natural. — Pena que terei que extinguir vocês por terem matado Uvo. Thunder Whip! — De suas mãos saem dois chicotes, e ele os usa para tentar nos golpear. Agarro Kate, que estava no chão, e salto, com ajuda da magia do vento, desviando.
— Fique aqui. — Coloco ela no chão e avanço.
— Eu também posso lutar, não sou mais uma dama indefesa. — Kate se levanta e vem atrás de mim. — Psyshock! — Seus olhos brilham e ela segura Laxus no lugar, assim como seus chicotes.
— Droga! aie pitié tenha piedade! — Ele implora.
— Acabe com ele, não posso segurá-lo por muito mais tempo! — Kate avisa. Concentro meu poder mágico no braço direito.
— Superpower! — Em um único golpe, perfuro o abdômen do homem. Mas ele parecia nem se importar.
— Lord Chaos... Eu lhe entrego meu poder. — Ele diz, e seu corpo começa a brilhar. Retiro meu braço de lá e vejo que ele estava coberto de um líquido preto, ao invés de sangue. O corpo de Uvogin também não estava mais lá.
Narrador P.O.V
Kazuo correu até seus amigos, assim como Âmber.
— E agora? — Kazuo pergunta.
— Achamos Crystal e nos preparamos. — Âmber diz. Crystal chega numa onda, que passava pela floresta sem devastá-la. Se desfaz ao chegar perto de nós e Crystal pula.
— Preparar pro quê? — Crystal pergunta, se juntando ao grupo.
— Chaos está vindo, primeiro mandou eles para testar nossa força
— Mas o que ele quer aqui? É só uma ilha inabitada!
— Preciso lhes mostrar uma coisa. — Âmber diz, e começa a andar para dentro da floresta, iluminada com um vagalume. Todos vão junto com ela, mesmo que Kate um pouco atrás. Chegamos num local escondido pelos galhos torcidos das árvores, e Âmber murmura algo, fazendo elas criarem uma passagem até uma estranha construção.
— Este é...
— O templo de Arceus. — Âmber diz — A fonte de todo o poder do deus pokémon. — Continua. — Precisamos defendê-lo a todo custo. Façam rondas, eu ficarei pela ilha. Dois dormem, dois vigiam. — Ela estala os dedos, e dois colchões macios aparecem em um lugar, separados por macieiras. Ela estala novamente, um rio de água potável brota ao redor.
— Boa sorte. — Diz, finalmente, e então vai para fora, fechando o muro atrás de si.
— Certo, vocês duas descansam. — Silver diz, Kazuo concorda.
— Só por que somos garotas? Seu mac... — Silver interrompe Crystal — São as mais fortes daqui.
— Desculpe. — Crystal vai até um dos colchões e se deita, afundando. Silver se põe de guarda, preparado para qualquer ameaça. Kazuo apenas olhava ao redor.
+++
O Sol parecia já estar nascendo, mas não dava pra dizer ao certo coberto por folhas. Kazuo estava rezando no templo quando Silver acorda.
— Ficou a noite acordado? — Silver pergunta.
— Sim. Se acontecesse algo todos nós morreríamos, então... — Explica. Um barulho muito baixo começa. Algo como chuva, pequenos pingos de chuva caindo na palha que formava o teto. — Ouviu isso? — Kazuo pergunta.
— Não, o quê?
— Quem é você?! — A mão de Kazuo se transforma em madeira. — Wooden Fist!
— Você é esperto, garoto. — A voz de Silver muda. — Pena que morrerá apenas com 23 anos... — A mão do garoto se torna negra, assim como seus olhos. Kazuo olha para o lado, e as garotas não estavam mais lá.
— Não terei medo, irei proteger este local com a minha vida! — Brada. — Wooden Fist Root! — Ele soca o chão, fazendo a terra se abrir e raízes prenderem o inimigo.
— Isso... Kazuo! Me ouça! — Diz. Ainda não era a voz de Silver. — Você não deve se lembrar de mim, mas eu lhe ajudei! Meu mestre me colocou para lutar contra você, e eu ganhei tempo numa batalha contra um Lugia falso para lhe dar tempo para fuga.
— Mew... Two? — Fala, se lembrando dos acontecimentos no ginásio de Viridian, na luta contra o pai de Silver.
— Sim! — Fala. — Meu corpo está preso num laboratório em Kanto, estou usando o que resta de meus poderes para falar com você. Me liberte e eu serei seu aliado. O mundo não pode voltar ao Chaos. — Explica.
— Como posso confiar em você?! Dominou meu amigo e me ameaçou, agora quer ajuda?
— Não, tinha algo interferindo, não fui eu que disse aquilo! Tenho que ir, confio em você! — E Silver cai no chão, fazendo tudo voltar ao normal.
— Kazuo... O quê está acontecendo? — Silver pergunta, receoso.
— Preciso ajudar um amigo. Acorde as garotas, é hora do turno delas. — Diz, colocando seu casaco. — Descanse um pouco.
— Âmber falou para não sairmos daqui, e a magia deste local é muito forte para você simplesmente burlar ela. — Ele diz. Junto as mãos, fazendo todo meu poder mágico circular pelo meu sangue. As palmas de minhas mãos brilham, e eu as encosto na porta de raízes, fazendo ela se abrir.
Uma figura conhecida me encarava.
— Edward?! — Kazuo exclama, assustado com a presença do amigo no local. — Não tenho tempo para falar com você. — O garoto se vira e começa a andar.
— Ah, você tem. — Ele pisa forte no chão, fazendo uma árvore aparecer na frente de Kazuo. — Aonde pensa que está indo?
— Não interessa. — Ele agarra a pokéball de Pidgeot, em seu bolso.
— Âmber me deu ordens claras. Ficarei do lado de fora, esperando por Chaos. E vocês do lado de dentro.
— Se eu conseguir fazer o que quero, teremos mais um aliado, talvez até dois.
— Celebi vai trazer ajuda, fique aí dentro. — Diz, decidido.
— Não será o suficiente. — Kazuo diz.
— Eu tenho o poder de Zygarde, não me derrotaria nem se eu deixasse. — Edward estava se gabando, não fazia isso com frequência, mas o suficiente para irritar Kazuo.
— Quem disse que preciso? — Kazuo diz com um sorriso malicioso. Joga a pokéball para a esquerda, e passa pela direita, saltando e agarrando a pokéball que se abria, liberando seu pokémon e montando nele, logo em seguida. Saiu voando em alta velocidade para fora da ilha.

A viagem até Kanto não foi muito longa. Kazuo olhou para baixo, as cidades se reconstruindo pouco a pouco, com ajuda de Johto que estava menos danificada. Viu Cinnabar com seu vulcão menor, quase um morro. Se aproximou da ilha, e pousou numa terra batida.
Colocou seu pokémon de volta na pokébola, e começa a caminhar. Os moradores, em pequenos grupos ou até sozinhos, andavam escondidos pelos becos, se escondendo de algo. Assim que olhei para frente, entendi o motivo.

— M..Morty?! — Pergunto, surpreso.
— Haunter, Hypnosis! — Ele grita, comandando seu Haunter. — Kazuo? — Ele faz um gesto e Haunter para o ataque.
— Sim...
— O quê faz aqui? — Pergunta, ansioso. — Não é seguro, vá para longe e procure por Lance. Os lendários estão sumindo, precisa ficar seguro. Se Xerneas for o próximo...
— Preciso ir. — Kazuo lembra de Mewtwo, e de alguma forma, sabia exatamente aonde ele estaria. Correu até o museu destruído da cidade e explodiu suas portas com magia. Desviou de algumas máquinas mortíferas e finalmente viu.
Mas aquele pokémon não era o único na sala. Nas sombras, escondido, estava Deoxys, que rapidamente trocou de forma para atacar Kazuo.
— Maldito... — Gritou Kazuo, caído no chão. — Quem é você?
— ⁑↝❈✽ — Falou Deoxys, em sua língua. Mewtwo tentava se livrar da armadura que o controlava.
— K..a..z..u..o.. — Falou Mewtwo, com um pesar na voz. A armadura era pesava e fazia seu corpo cambalear enquanto ele andava até Deoxys.
— Idiota. — Disse Deoxys, usando a língua humana. Seu corpo brilhou, e ele jogou Mewtwo para longe, e depois avançou em sua forma de ataque contra o lendário artificial.
— Mewtwo! — Kazuo se levantou, agarrando uma pokébola em seu cinto. Estava exausto de ter usado tanta magia de uma vez para chegar até ali. — Frillish!
O pokémon azul saiu majestosamente da esfera, e ficou atento para possíveis inimigos. Kazuo ainda estava arfando, mas mesmo assim comandou seu pokémon:
— Frilly... — Agarrou uma de seus "tentáculos" — Vamos. — O pokémon avançou junto de seu treinador pelos escombros, passando por eles como se não existissem. Encontrou Deoxys atacando Mewtwo sem piedade, com vários ataques seguidos.
— Frilly, Water Pulse! — O pokémon azul atacou o alienígena com uma esfera azul, mas o vermelho usou poderes psíquicos para pará-la no ar, e então a lançou de volta, com muito mais força, deixando Frillish quase fora de combate.

— Droga... — Um clique nas ideias do treinador que poderia lhe garantir a vitória apareceu. — Recover! — O pokémon tentou se curar, sem sucesso. Mas Deoxys se voltou a Mewtwo, que de alguma forma ganhou poder.


— Saia daqui. — Mewtwo disse, jogando Kazuo e Frillish para fora do local, que explodiu de dentro para fora logo em seguida, com apenas um ataque de Mewtwo, que saiu dos escombros em seguida, procurando por Deoxys.
— Mewtwo! — Kazuo gritou, chamando atenção do pokémon.
— Kazuo, obrigado. — Disse, telepaticamente. — Roubei a energia de seu pokémon para realizar este ataque. Agora livre, posso me recuperar normalmente, assim que derrotar este pokémon, que me atacou. — Disse, se virando para o pokémon vermelho, que saiu dos escombros se recuperando dos danos.

Um carro parou perto do lugar aonde o garoto estava, e de lá saiu uma figura conhecida. O homem que enfrentara antes, o dono do Reverse Gallade e do Reverse Raichu, e pelo jeito, agora também do Reverse Weavile.

— Weavile, vá e pegue aquele Deoxys. — Ele disse, liberando um Weavile que vorazmente correu pelos escombros e acertou Deoxys com um Knock Off.
— Você! — Gritou Kazuo, se virando para o homem. — Esse Weavile não é seu! Pachi, dê a ele uma lição! Discharge!

— Reverse Raichu! — O Raichu saltou de dentro do carro, e sugou o ataque de Pachi. — Parece que essa batalha vai ser bem interessante... Iron Tail! — Comandou.
— Pachi, Dig!

Raichu foi mais rápido e derrubou Pachi em apenas um golpe.
— Não iremos desistir! — Avisou Kazuo. — Hyper Fang!

Uma outra batalha acontecia ao fundo. Deoxys atacava Mewtwo enquanto se defendia dos ataques de Weavile. Acontecia rapidamente, e Mewtwo tinha tempo para se recuperar antes de voltar a atacar o alienígena, que acabou derrotado, se transformando numa esfera verde, que foi levada por Weavile até seu dono.
— Desculpe por isso cara, mas nossa batalha acabou. — Attila disse. Weavile prestou atenção em seu inimigo, e o reconheceu.
— Weavile! — Gritou. — Entre no carro, Raichu cuidará disso. — Raichu armazenava energia para matar o Pachirisu, enquanto prendia seu treinador com a cauda.
— Por favor, Weavile! — Implorou Kazuo, para o pokémon que se recusava a entrar no carro. Ele de alguma forma sabia que aquele não era seu treinador, mas... Então ele teve suas memórias de volta.
Lembrou que foi dado a um garoto Ruivo por Giovanni, o líder da Team Rocket, ainda como um Sneasel. Os dois, juntos a um Frogadier, fugiram por toda Kalos. Enfrentaram vários inimigos, ficou um tempo com aquele garoto que agora iria morrer, com a missão de protegê-lo... não iria desistir agora.
Seu corpo negro começou a brilhar. Seus olhos negros voltavam ao normal. Ele tinha quebrado a Reverse Form. Agora era apenas um pokémon normal. Olhou para o loiro que se dizia ser seu treinador, e atingiu seu carro com um soco, o congelando.
Depois avançou rapidamente até o Raichu, e parou seu ataque no ar, o jogando para trás, puxado pela cauda. Criou uma esfera negra e atacou o carro congelado de seu antigo mestre, explodindo-o no ato.
— Weavile... — Kazuo disse, com lágrimas nos olhos, mas então percebeu que ele procurava por seu treinador, não por ele. — Silver está bem, iremos encontrá-lo em breve. — O pokémon assentiu. Morty chegou ás pressas até os escombros, e Kazuo falou que explicaria depois.
— Quem é este? — Mewtwo perguntou. — Não importa, precisamos convencer um velho amigo a nos ajudar. Vamos. — Ele começou a levitar, junto com Kazuo e Morty. E os três voaram pelo mar, que ainda brilhava, mesmo sem um regente.

Mewtwo diminuiu sua velocidade quando esta imagem apareceu em seus olhos. Tantas cores, que juntas formavam aquela bela paisagem. Morty reconhecia aquele lugar melhor do que qualquer um. Era sua cidade natal, a cidade de qual era o líder, Ecruteak. Pararam perto de uma torre que parecia ser mais alta do que as nuvens.
— Não iremos subir? — Perguntou Kazuo a Mewtwo.
— Poucos tem este privilégio. Por isso deixei que trouxesse ele. — Apontou para Morty, que estava maravilhado com a cor daquelas árvores.
— O quê? Não! Eu não posso subir aí! Mesmo sendo o líder, o Monge nunca me deu permissão!
— Agora você precisa. Chame Ho-oh, preciso falar com ele e só você pode fazer isso. — Mewtwo não parecia que iria mudar de ideia tão facilmente.
— ... Tudo bem. — Morty falou, e apenas com um movimento de cabeça, flutuou pelo lado da torre até seu topo.
Alguns minutos depois, um brilho veio de lá. Um grande pássaro vermelho parou lá. Mewtwo usou seus poderes para levitar até o topo daquele local, e Kazuo esperou no chão.
O piso do terraço se estendia pelas nuvens, como uma ponte. O pássaro encarou o pokémon artificial com desgosto.
— Mewtwo. — Ho-oh disse. — Eu fiquei fora daquela guerra, e também ficarei dessa.

— Sem sua ajuda, Lugia nunca concordará conosco! E sem vocês, perderemos de certeza. O resultado dessa guerra vai afetar a todos!
— O que me oferece em troca? — Ho-oh pergunta, enquanto cria um pincel e uma tela, para pintar. Morty continuava nervoso e ajoelhado diante uma pena colorida como um arco-íris.
— O quê quer?
— Quero todas as minhas penas perdidas. Não poderão mais me invocar, assim como meus ajudantes bestais: Entei, Suicune e Raikou. — Disse, pintando a paisagem, e de acordo com o que fazia, as cores da mesma mudavam, como se obedecessem a vontade da ave.
Mewtwo estava pronto para aceitar, mais foi interrompido por Morty.
— Mas... e se precisarmos de vocês? — Perguntou Morty. Um humano se dirigindo a um lendário, aquilo seria um ultraje, se não fosse a situação. O pokémon ficou perplexo por alguns instantes.
— Não precisarão. — Declarou. — Trato feito?
— Sim. — Mewtwo disse. — Convença Lugia e leve seus maiores guerreiros para a ilha Komerus. — Disse, e o Gijinka voltou a forma de ave, e voou para longe.
Desceram da torre e explicaram a situação a Kazuo. Teriam a ajuda de Ho-oh, Lugia e de suas respectivas criações, mas seria a última vez. Celebi também aceitou ajudar, mas também com as condições de Ho-oh. Ele nunca mais ajudaria humanos, só faria sua tarefa de proteger a Ilex Forest e cuidar do tempo.
E os três se dirigiram até a ilha Komerus, aonde uma tempestade negra se formava.
Kazuo, Silver, Crystal, Kate, Mewtwo, Edward e Âmber se reuniram na praia, e encararam a fenda de onde saiam vários pokémon negros. Era um verdadeiro exército, e a guerra mais antiga de todas finalmente teria um fim.



ÉPICO, ÉPICO E MAIS ÉPICO! Mewtwo agora vai ajudá-los <3 Mewtwo rainha, Deoxys nadinha. Já disse como odeio o Deoxys? Pra mim, ele é pior lendário de todos. Ainda bem que não venceu Mitotwo, quer dizer, Mewtwo. Se vencesse, eu ia fazer protesto. #ForaDeoxys #VoltaProLugarDeOndeVocêVeio #ToDeBoaToFeliz(referência à alguém sahsausahuasuhsauh)
ResponderExcluirO capitulo foi acima do nível dos anteriores, teve uma excelente narração, a história avançou bem e já deixou ansioso para o próximo - e último - capitulo da fanfic.
Nuss, você lembrou do Ho-Oh. '0' Deve ser o primeiro que está o usando numa fanfic, ninguém o usa. =3 Eu achei bem legal ele com essa coisa de pintar, foi criativo. =3 E o Weavile voltou a ser do bem <3 Terceira melhor parte do capitulo.
Primeira- Deoxys perdendo
Segunda- Ho-oh
O Morty ter voltado também foi, mas e o Valdo? Melhor que ele volte também! >< Valdo é amor, Valdo é vida. VALDO É O MELHOR PERSONAGEM DE TODAS AS FANFICS!
Continua <3
adorei os tentáculos do deoxys aquele safado intergalático
ResponderExcluirbrock joão do céu essa dlç acaba no proximu cap? '0' maizgenti comassim
num pod ce
eu quero o proximo cap pra ver o mewtwo falando que ama o kazuo
issae
dei spoiler mesmu
jynx goxtosa ama voces bye
Eca... fendas no céu, Pokémon negros saindo e atacando, parece mesmo um filme de invasão alien, estou gostando bastante deste desfecho, você tem feito um otimo trabalho com a batalha final, principalmente por conseguir que ela fique diferente da anterior, o que não era fácil, mas você conseguiu até superar. Agora só falta um para acabar, com tantos hiatos e inovações você conseguiu construir uma coisa bem interessante, mas guardo a mensagem final para o último capítulo. Até lá :p
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