quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Prólogo - Invasão

Oi. Meu nome é Luke Ellisworth.
Eu moro aqui:



Murcott Island.png

Uma ilha onde todos vivem em harmonia: Murcott Island. Ela fica localizada nas ilhas laranja, mais precisamente aqui:

Murcott.png


Eu conheço essa ilha como se fosse meu quarto, ou a palma de minha mão. Ela sempre tem muitos turistas então são poucos os que realmente moram aqui. Não tem ninguém da minha idade então nunca tive um "amigo" de verdade, só os filhos dos turistas que passam alguns dias ou no máximo um mês.

  Nenhum amigo humano, quero dizer. Os pokémon sempre me ajudaram, foram meus amigos e companheiros em todas as horas, boas ou más. O meu maior companheiro pokémon é um Minccino, que apelidei de Tilo. Sempre gostei quando meu pai me levava para a ilha Mandarim, a maior ilha do arquipélago laranja, por isso, hoje, quando faço 12 anos, vou pedir ao meu pai para me deixar sair em uma jornada, para pegar as insígnias da liga Laraja e enfrentar Drake, o líder da liga. Acabei de voltar da minha caminhada diária e encontro Tilo na volta para casa. Resolvo falar com ele, ver se ele quer ir comigo.

- Tilo, eu estava pensando... Queria sair numa jornada. - Falo. Ele dá um pequeno grunhido de felicidade. - Você viria comigo? - Ele dá um pequeno sorriso e assente com a pequena cabeça. - Que legal! Então nós poderemos pegar todas as insígnias laranja e enfrentar o Drake!

- Mincci! - Ele fala. Então chegamos a minha casa. Meus pai estava sentado na mesa começando a tomar café, então falo.

- Pai... Eu quero e vou sair em uma jornada! - Ele me olha como se eu tivesse dito que eu matei alguém.

- Entendo. Luke, não vou mentir, eu sabia que essa hora iria chegar, mas não sabia que seria tão cedo. - Meu pai diz. - Depois falamos disso, primeiro, os presentes. A profª Ivy mandou um presente para você.

Meu pai é um pesquisador pokémon amigo da professora Ivy, e ela é uma grande amiga da família e sempre me incentivou a brincar e conhecer os pokémon. Ele vai até a cozinha e quando volta está carregando um ovo.




- Ela disse que ele pode nascer a qualquer momento.

- Entendo... Mas qual pokémon está dentro desse ovo? - Pergunto, tentando observar alguma mancha ou etiqueta que diga qual pokémon sairia daquele ovo.

- Ela não me disse, falou que era uma surpresa. - Nesse momento o ovo começa a brilhar intensamente, e meu pai coloca ele na mesa.



Thumbnail for version as of 18:57, 17 April 2014

O brilho toma a forma de um tipo de tartaruga azul com um casco cinza. Um Lapras.

- Um Lapras! - Exclama meu pai. - Bom, ele precisa ir pro mar para nadar um pouco, vamos! - Ele diz e pega Lapras - que estava brincando com Tilo - no colo e corre para a praia, que era bem próxima de nossa casa. Vou atrás dele com Tilo em meu ombro. Lapras já estava brincando na água e meu pai tirava algumas fotos.




- Então filho, quando pretende sair nessa jornada? - Meu pai me pergunta, sentando ao meu lado na areia para observar Tilo em cima de Lapras, os dois se divertindo.

- Assim que possível...

- Entendo. Eu queria te dar algo também. Espere aqui. - Meu pai vai até a casa para pegar o meu presente. Fico imaginando o que seria. Uns dois minutos depois ele chega e se senta novamente na areia, ao meu lado. Lapras já tinha cansado e agora tomava sol e Tilo brincava com alguns Krabby's.

- Aqui está. Cinco pokéball's simples, uma pokédex com todos os pokémon de Kanto e Johto registrados e meu maior tesouro: Uma Master Ball. Ela captura qualquer pokémon. Cuide dela com a sua vida. Boa sorte em sua jornada, filho. Eu também liguei para um amigo e ele vai te levar até a Golden Island amanhã de manhã e de lá você pode partir em sua jornada. - Ele fala, então eu lhe dou um abraço e digo obrigado. Passamos o dia todo na praia, almoçamos e depois eu fui brincar com Lapras. Ele crescia a cada hora, e meu pai ficava registrando e mandando para a professora Ivy.



o~o~o~o~o

Acordo com Tilo usando Swift na minha cara. Me arrumo, pego minha mochila - que preparei no dia anterior - e saio. Meu pai estava alimentando Lapras quando eu chego. 

- Então filho, capture-os. - Meu pai diz. Eu olho para Lapras e ele já estava quase do meu tamanho, era incrível! Bom, pego as pokéball's que meu pai me deu na tarde anterior e posiciono uma delas na frente de Tilo.

- Está pronto, amigo? - Pergunto.

- Mincci! - Ele assente com a cabeça.

- Pokéball, faça seu trabalho! - Jogo a pokéball em Minccino e ele se transforma em um raio vermelho e é absorvido pela bola vermelha. Logo depois, ela balança um pouco e depois para. Eu pego ela e libero Minccino, prefiro que ele fique junto comigo.




- Lapras, e então, vamos? - Pergunto para o meu Lapras. Ela assente, e eu faço o mesmo que fiz com Tilo, mas deixo ele dentro de sua pokéball. 

- Que tal colocar um nome em Lapras, como colocou no Tilo? - Meu pai sugere.

- Certo... Que tal Oshan? 

- O que significa? - Ele pergunta.

- É oceano, em japonês.

- Bom. Então que ta... - Nesse momento ouvimos vários gritos da vila, onde as pessoas compram iscas e coisas de pesca, e as vezes até pokémon. Tilo começa a correr naquela direção e eu o sigo, meu pai vinha logo atrás.


o~o~o~o~o


Chegando lá, vejo alguns homens com roupas violando os moradores e vendedores enquanto outros destruíam as barracas em busca de algo. Fico escondido atrás de uma árvore e meu pai fica em outra. Eu conseguia ouvir um deles gritando com um vendedor de iscas.

- Onde ele está?! - O homem de preto perguntava, empurrando o outro para uma pedra.

- Quem? - Ele perguntava, protegendo o rosto.

- Steven Ellisworth, o pesquisador que roubou a Master Ball! - Nesse momento eu agarro a Master Ball que meu pai me deu e mando um olhar incrédulo para ele. Ele dá um sorriso sereno e sua boca forma a palavra "fuja". Então ele sai de seu esconderijo e grita:



- Eu estou aqui! Parem de machuca-los. 

- Então é você, não é? - O homem que batia no vendedor saca um bastão de choque e vai em direção ao meu pai. Eu não conseguia me mover. Estava muito assustado para fazer algo, então eu só observei enquanto meu pai era eletrizado e capturado, logo em seguida colocam ele em um helicóptero e decolam. Então eu caio de joelhos e começo a chorar. Eu era um covarde, não tinha nem coragem de sair de meu esconderijo e ajudar meu pai, que cuidou de mim sozinho por toda sua vida. Como eu iria sair em uma jornada? Tilo tentava me consolar, mas então ele fica sério de repente e faz uma cara brava.




Então eu finalmente olho para ele. Os mercadores olham por alguns segundos, mas depois voltam para o que estavam fazendo, visto que não era algo importante. 

- MINCCINO! MIN MINCCINO! - Ele meio que me dava uma bronca.




- Desculpe Tilo, foi um momento de fraqueza. Você está certo, eu preciso parar de chorar e salvar meu pai! - Então meu celular toca. Uma voz sombria começa a falar:


" Luke Ellisworth. Descobrimos que seu pai não está com a Master Ball, provavelmente ele a escondeu em algum lugar. Você sabe qual é esse lugar. Me dê ela junto com o troféu da Liga Laranja e eu te devolvo seu pai. " -  Então ele desliga. Eu agarro a Master Ball em meu bolso da jaqueta e me levanto. Eu precisava salvar meu pai, e se eu precisasse ganhar a liga laranja, que seja. Então eu vejo um barco atracar no porto e o homem que sai de lá carregava uma placa com meu nome. Eu vou até ele.

- O que aconteceu aqui? - Ele pergunta, olhando a destruição causada pelos homens de preto.

- Alguns homens de preto vieram aqui e destruíram tudo. Depois eles foram embora. - Eu oculto a parte de meu pai ter sido capturado.

- Muito estranho. Bem, você é Luke Ellisworth, não é? 

- Sim. Você é amigo do meu pai?

- Sou. Por falar nisso, onde ele está?

- Ele ficou dormindo em casa. Passou a noite estudando as chances de um pokémon ser Shiny. - Minto. Não sabia se podia confiar naquele cara.

- Certo, entre. - Ele fala, e volta para o barco. Era um barco mediano, de pesca. Sento em um dos bancos e fico observando o mar, que estava calmo. Checo meu relógio algum tempo depois. 14:38. Eu deito no banco e tento cochilar, como Tilo. Eu fecho os olhos mas não conseguia me acalmar. Era tudo muito estranho, meu pai ter roubado uma Master Ball e alguém ter capturado ele só por causa disso. Meu pai não poderia ter roubado algo, eu sempre passo o dia com ele e sempre que ele viaja eu vou junto. Não tem como ele ter... Ah não! Um dia, eu tinha visto ele voltar para casa em cima de Lung, seu Gyarados Shiny. Ele estava com um manto bege e andava bem suspeito. Ele entra pelos fundos da casa e eu vou logo em seguida pela porta da frente. Sempre que eu perguntava daquele dia, ele dizia para esquecer. Então agora isso fazia sentido.


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Comentem. Sim, foi um capítulo muito estranho, só um prólogo sempre com minhas reviravoltas sem sentido e.e

Espero que tenham gostado ^^





3 comentários:

  1. Gostei do inicio da Fanfic, foi estranho mesmo o pai do Luke ter roubado a Master Ball a.a Deve ter recebido o espirito da Team Rocket do anime. Acho que a Fanfic será em torno do sequestro do pai do protagonista, vai ser bem legal. ^^ Eu escreveria um comentário maior, mas, não sei direito o que comentar. :3 Não, hoje não tem Ronaldo, Peedee e as Crystal Frymans, porque é exclusivo da conexão de Hoenn Adventures e Kazuo on Kalos! >< Essa terá "As aventuras de Cilan no lixão"
    Cilan, a pessoa mais chata(Depois do Augusto, claro) que você possa imaginar, desistiu de ser líder de ginásio porque perdia todas as batalhas e foi viajar com Ash e a senhorita "não fale mal porque é racismo". (Por isso não vou falar o nome dela, é racismo. xD) Cilan só tinha um macaco que não servia pra nada e tinha ataques de todos os tipos porque é bugado, por isso, nem na jornada onde capturou um peixe de lama escroto e um caranguejo maromba que carrega uma pedra de 200 toneladas conseguiu ser útil e ganhar uma batalha. #Continua

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  2. Adorei o primeiro capítulo, a história parece cheia de mistério para serem resolvidos. Sinto que vai ter bastante aventura e emoção, me enganei com a imagem no comecinho (huehue) Foi um início bem criativo com esse sequestro do pai do Luke, adorei os Pokés dele e sinto que vou amar essa fanfic! Continue ^^

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  3. Gostei do capítulo, a história começou muito bem contada e o mistério sobre a Master Ball é interessante, só achei que exagerou um pouco na violência, podia ter feito o mesmo de forma mais "soft" mas achei bom este prólogo, fiquei com vontade de ler mais. Continue ^^

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